Hoje de manhã estava indo para a academia e, com a cabeça naquele lugar que costuma ficar ao acordarmos muito cedo, meio acordado, meio dormindo, comecei a pensar que o Random do iPod não é tão aleatório assim. Volta e meia toca músicas do mesmo disco num intervalo de 3 ou mais músicas.
Fiquei pensando se essa escolha aleatória leva em consideração o clima de cada música o que faz com que músicas meio parecidas fiquem próximas na sessão. Cheguei na academia e, antes de entrar na piscina, essas idéias todas já tinham passado.

Agora a noite estava dando uma olhada nas matérias da Wired e vejo a seguinte chamada: My IPod for a Random Playlist.
Ao ler a matéria uma frase me chamou a atenção:

The problem, it turns out, isn’t that the programs aren’t randomizing my playlists. They are. According to Jeff Lait, a mathematician and author of randomm3u, it’s what’s happening between my ears, specifically, in my expectations of what it means for something to be random.

Em bom português, o que estraga o random do ipod é a minha expectativa sobre que música deveria tocar naquele momento.